correndo atrás [2]

Eis que chega 16 de junho, dia do encontro!

Me dirigi até o local onde ele daria sua palestra, chegando lá só para variar um pouco atrasado, mas creio que não perdi muita coisa.

A primeira estranheza que surgiu, por mais que eu soubesse das diferenças, foi o português ora pois lusitano do professor. Mas nada que meia hora ouvindo ele falar não me acostumasse.

Gostei dele. No meio de toda explanação de seu conteúdo sutilmente dava algumas alfinetadas ao contrariar muitos conceitos em relação à Ciência da Informação que andam pela boca de alguns professores do curso de Biblioteconomia da UFRGS. Sobrou até para os museólogos, que mal chegaram na faculdade e já foram bastante questionados.

Enfim. Terminada a palestra, me dirigi ao dito cujo para falar com ele, já que havíamos nos combinado em trocas de e-mails, como disse no post anterior. Conversamos durante uns dez minutos e achei bem proveitosa a conversa, contudo. Ele é uma das pessoas que integram a comissão responsável pela escolha das pessoas que concorrem às vagas abertas na FLUP e disse que falaria de mim lá no momento de escolha.

Vamos ver no que dá. Como ainda estou naquele clima de “já ganhou”, pois necessito disso para me animar e correr como estou correndo de tudo quanto é tipo de documentação sem ao menos ter um “Okzinho” de confirmação que conseguirei a vaga, prefiro acreditar que a sorte está do meu lado e trouxe esse cidadão português aqui no país, no meu estado, na minha cidade, na minha faculdade especialmente para eu conhecê-lo e ele me auxiliar lá do outro lado com os demais professores que irão decidir o destino dos brasileiros aventureiros.

No fim da conversa, a professora Dalla Zen, novamente, me deu um “empurrãozinho” intervindo na conversa para falar de mim ao professor, oferecendo, caso fosse necessário, uma carta dela de recomendação minha.

Grande Dalla!

~ por João em Julho 4, 2008.

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